Wednesday, June 21, 2006

Título

Escrevo livremente sem me preocupar com estéticas ou metáforas mal feitas. Uso palavras não ditas para explícitar minhas idéias. Crio versos, frases, textos...Mas por que não consigo nomeá-los?

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Insuficiência criativa.

Thursday, May 18, 2006

Meu sentimentalismo é bobo e tão farsário que faz de mim vítima vencida desse assassino inconsciente.

Sunday, May 14, 2006

as pessoas apenas não se importam.

simples assim.

Wednesday, April 26, 2006

Meu humor oscila tão rapidamente que queima em segundos uma construção emotiva plena. Minha muralha frágil é proteção destruída, ruína. Minha retina embaçada vê, com clareza, a verdade. Meus lábios calados libertam pensamentos extintos ouvidos pelos surdos, sempre atentos. Minha insanidade é doente, tão doente que parece saudável. Meus pés dormem sobre o macio tapete de frustrações pessoais e alheias. Sou despresível e imperdoável sobre camada fina de sensibilidade humana.

Thursday, March 09, 2006

Meu tempo está tão limitado, ultimamente, que minha escrita está enjaulada em seu infinito bloqueado.

Daqui uns dias, talvez semanas...ou até meses, apareço de novo pra libertar tudo que está engasgado. Todas palavras e pensamentos perdidos e sufocados pelos segundos disfarçados de obrigações.

Thursday, January 12, 2006

O sentimento de impotência é tão palpável; pesa e muito, me afoga no nervosismo inútil e arrependido do erro que não cometi.

(meu maior erro sempre foi não arriscar...)

Fracassei, mais uma vez.

Saturday, January 07, 2006

Minha vulnerabilidade faz com que minhas veias se libertem e exalem criativadade, mesmo que, muitas vezes, encarne um personagem que não me caracteriza mas me pertence.

(um eu que não sou eu. um eu...meu)

Estou bloqueada, agora, e não sei bem porquê. Tenho idéias ansiando por liberdade, mas pareço não encontrar a chave que destranca o cadeado da porta entre-aberta que é minha mente.

Esse não-sentido é tão satisfatório que preenche os meus sentidos.

Ah, deixe-me gostar do nada que alimenta tudo em mim sem julgar ou tentar advinhar por que meu vazio e carência da coisas é tão consistente que sacia minha alma eternamente faminta.