Wednesday, November 30, 2005

Esses dias, vi, em um perfil do orkut, a frase que escrevi no meu reproduzida de forma errônea e desrespeitosa por dizer não se importar quem a escreveu. Estava analizada de forma tão equivocada que logo vi que não importa a cópia porque minhas palavras sempre serão minhas já que eu sei seus verdadeiros significados.

Interpretações são válidas, análises também mas, eu, particularmente, gosto do simples.

Talvez porque eu ache o simples complicado e cheio de possibilidades.

É...Eu, realmente, sou igual a todos (assim como você), diferente.

Fazemos todos da parte da diversidade unificada, somos a originalidade igual e tão desinteressante que traz curiosidade.

Saturday, November 19, 2005

Ninguém é tão bom quanto imagina,
Nem tão mau quanto parece. - Mário Quintana

Somos todos vítimas e atuantes do pré-conceito. Eu não sou hipócrita e não tenho medo de admitir que já julguei as pessoas sim. Ora certa, ora errada. Fico feliz quando erro, faz meu eu egocêntrico e cheio de razão ser humilhado pelo meu eu humano e me faz crescer, renascer (significado do meu nome).

(Renata...renascida...renasce a cada dia, cresce a cada instante...morre a cada segundo...)

Wednesday, November 16, 2005

Vício do Auto-conhecimento

Por que somos forçados a saber quem somos quando somos muitos?
Eu, por exemplo, sou várias Renata's. As situações fazem nascer um novo eu que age de forma equivocada e impulsiva envergonhando meu eu conservador que me sufoca criando limitações necessárias para eu me respeitar.

(sou infinitamente limitada pela razão...)

Minha racionalidade líquida condensa-se sob o meu sol emocional, evaporando para o meu universo crítico e solidificando-se em forma de culpa.

(culpa da petrificação do íntimo preocupado com a opinião alheia...)

Isso é viver? Ou sobrevivência da tortura finitamente eterna?

Tuesday, November 15, 2005

Pensar é conversar. Conversar consigo mesmo, procurar respostas impossíveis para o todo dentro do eu.

Às vezes, questiono a inexistência do pensar intencionalmente que me domina; o vazio do proposital que preenche o acaso das minhas vias sentimentais e (ir)racionais.

Invento razões e respostas para me convencer das verdades paradoxais que criei e faço delas, pilares do meu ser.