Minha vulnerabilidade faz com que minhas veias se libertem e exalem criativadade, mesmo que, muitas vezes, encarne um personagem que não me caracteriza mas me pertence.
(um
eu que não sou
eu. um
eu...meu
)Estou bloqueada, agora, e não sei bem porquê. Tenho idéias ansiando por liberdade, mas pareço não encontrar a chave que destranca o cadeado da porta entre-aberta que é minha mente.
Esse
não-sentido é tão satisfatório que preenche os meus sentidos.
Ah, deixe-me gostar do nada que alimenta tudo em mim sem julgar ou tentar advinhar por que meu vazio e carência da coisas é tão consistente que sacia minha alma eternamente faminta.