Thursday, January 12, 2006

O sentimento de impotência é tão palpável; pesa e muito, me afoga no nervosismo inútil e arrependido do erro que não cometi.

(meu maior erro sempre foi não arriscar...)

Fracassei, mais uma vez.

Saturday, January 07, 2006

Minha vulnerabilidade faz com que minhas veias se libertem e exalem criativadade, mesmo que, muitas vezes, encarne um personagem que não me caracteriza mas me pertence.

(um eu que não sou eu. um eu...meu)

Estou bloqueada, agora, e não sei bem porquê. Tenho idéias ansiando por liberdade, mas pareço não encontrar a chave que destranca o cadeado da porta entre-aberta que é minha mente.

Esse não-sentido é tão satisfatório que preenche os meus sentidos.

Ah, deixe-me gostar do nada que alimenta tudo em mim sem julgar ou tentar advinhar por que meu vazio e carência da coisas é tão consistente que sacia minha alma eternamente faminta.