Wednesday, April 26, 2006

Meu humor oscila tão rapidamente que queima em segundos uma construção emotiva plena. Minha muralha frágil é proteção destruída, ruína. Minha retina embaçada vê, com clareza, a verdade. Meus lábios calados libertam pensamentos extintos ouvidos pelos surdos, sempre atentos. Minha insanidade é doente, tão doente que parece saudável. Meus pés dormem sobre o macio tapete de frustrações pessoais e alheias. Sou despresível e imperdoável sobre camada fina de sensibilidade humana.