Saturday, January 07, 2006

Minha vulnerabilidade faz com que minhas veias se libertem e exalem criativadade, mesmo que, muitas vezes, encarne um personagem que não me caracteriza mas me pertence.

(um eu que não sou eu. um eu...meu)

Estou bloqueada, agora, e não sei bem porquê. Tenho idéias ansiando por liberdade, mas pareço não encontrar a chave que destranca o cadeado da porta entre-aberta que é minha mente.

Esse não-sentido é tão satisfatório que preenche os meus sentidos.

Ah, deixe-me gostar do nada que alimenta tudo em mim sem julgar ou tentar advinhar por que meu vazio e carência da coisas é tão consistente que sacia minha alma eternamente faminta.

4 Comments:

Anonymous Anonymous said...

as vezes eu tenho que pensar mto pra entender oq tu escreve
huahuaha

8:17 AM  
Anonymous Anonymous said...

um eu q nem eu conheço...

simplesmente ADORO ler teus textos!

beeejos nariz furado ;P

5:57 PM  
Anonymous Anonymous said...

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8:20 AM  
Anonymous Anonymous said...

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12:08 PM  

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